Professores portugueses
terça-feira, 5 de novembro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
«Professor sem emprego faz 14 assaltos» - Correio da Manhã
Por Redação
Rómulo Ribeiro, docente de Português lançou-se em vaga de assaltos armados a bancos e farmácias.
«Há vários anos que a prioridade do professor passava por invadir à mão armada bancos, farmácias, e outros estabeleci- mentos em farmácias. Foi apanhado ao final da manhã perto da farmácia Nova Iorque, na Av. Estados Unidos e voltou à prisão depois de uma série de 14 assaltos», refere o Correio da Manhã.
Docente de Português lançou-se em vaga de assaltos armados a bancos e farmácias.
Uma história para acompanhar com o CM, edição em papel de hoje.Se foi por necessidade está perdoado!
Se foi por prazer, não.
Se foi por ter de alimentar os filhos, significa ter de ser professor contratado,
perfil essencial para se ser assaltante por urgência da vida e quebra dos horrores
vividos na precariedade!
aos professores pobrezinhos, aos contratados, como algumas galinhas do
quadro pensam mas não dizem. Se assim for, merece estátua!!!
não o dizem, principalmente aqueles com contas para pagar,
subsídio de desemprego a acabar, família a penar, Estado a chular,
e não tarda nada missa para rezar, pelos outros pelo próprio,
que no desespero resolveu atuar?!
Publicada por Jorge Costa em 10.9.13
http://porteduca.blogspot.pt/2013/09/pum-professor-faz-14-roubos-armados.html
Rómulo Ribeiro, docente de Português lançou-se em vaga de assaltos armados a bancos e farmácias.
«Há vários anos que a prioridade do professor passava por invadir à mão armada bancos, farmácias, e outros estabeleci- mentos em farmácias. Foi apanhado ao final da manhã perto da farmácia Nova Iorque, na Av. Estados Unidos e voltou à prisão depois de uma série de 14 assaltos», refere o Correio da Manhã.
PUM! Professor faz 14 roubos armados!
Docente de Português lançou-se em vaga de assaltos armados a bancos e farmácias.
Uma história para acompanhar com o CM, edição em papel de hoje.Se foi por necessidade está perdoado!
Se foi por prazer, não.
Se foi por ter de alimentar os filhos, significa ter de ser professor contratado,
perfil essencial para se ser assaltante por urgência da vida e quebra dos horrores
vividos na precariedade!
Se for contratado, aplaudimos a iniciativa, desde que a arma fosse de plástico e
tenha sido usada no último Carnaval de Torres Vedras!
Ao que chegamos!...
Mas se for professor do quadro, então merece cadeia!
A não ser que tenha roubado para dar aos pobres, ao povo, à ralé, digo, aos professores pobrezinhos, aos contratados, como algumas galinhas do
quadro pensam mas não dizem. Se assim for, merece estátua!!!
E vai PUM nesta classe bem comportada, obrigatoriamente bem comportada!
Quem diria, um professor!!!Não é que muitos professores não tenham já pensado nisso, não o dizem, principalmente aqueles com contas para pagar,
subsídio de desemprego a acabar, família a penar, Estado a chular,
e não tarda nada missa para rezar, pelos outros pelo próprio,
que no desespero resolveu atuar?!
Que se cuidem os de cima porque as mulas de carga chegaram para roubar,
não há nada que pensar se for para lhes dar forte e feio para os pôr andar,
então que contem comigo, não para roubar, mas para dar, forte, feio,
para atirar a quem instalado está lá no conforto do grande lar,
a mamar, sempre a mamar, na mama do poder que nos está a matar.
E, PUM! PUM! PUM!
Publicada por Jorge Costa em 10.9.13
http://porteduca.blogspot.pt/2013/09/pum-professor-faz-14-roubos-armados.html
domingo, 8 de setembro de 2013
INCONSTITUCIONAL
Nuno Crato foi esta semana atacado e louvado por introduzir o cheque ensino. É uma boa provocação do Nuno Crato, mas não mais que isso.
O cheque ensino é inviável em Portugal graças ao artigo 75 da Constituição que diz o seguinte:" Artigo 75.º
Ensino público, particular e cooperativo
1. O Estado criará uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população."
Este artigo obriga o Estado a manter oferta pública de forma a cobrir todo o território nacional não podendo criar um sistema que possa levar ao encerramento por falta de alunos da rede pública. A única forma de instituir o cheque ensino de forma legal é por duplicação de oferta. O Estado manteria as suas escolas e ainda estaria a financiar escolas privadas via cheque. Esta opção é financeiramente inviável.
por Joao Miranda
em www.blasfemias.net
Artigo 75.º - Constituição da República Portuguesa - Ensino público, particular e cooperativo
- O Estado criará uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população.
- O Estado reconhece e fiscaliza o ensino particular e cooperativo, nos termos da lei.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Caos instalado nas escolas ainda sem fim à vista
Começou o princípio do fim do SNS e da Escola Pública. Não venham dizer todos aqueles que votaram neste governo que não sabiam que era assim. Vieram para fazer isto, ou seja, acabar com o SNS, mas também com a Escola Pública. É uma questão ideológica, mas também porque querem entregar aos privados setores altamente rentáveis. Veja-se o que aconteceu com a venda da EDP e com o Catroga. Asseguram assim lugares para eles, amigos e familiares. Não querem saber do País e muito menos do povo, que consideram escumalha. Será que mais ninguém vê que com a Saúde e a Educação não se brinca? Não se pode pôr os interesses particulares e financeiros de alguns tubarões de direita à frente da qualidade destes serviços públicos. O lucro fácil não se pode sobrepor a estes dois pilares da nossa sociedade.
O povinho não compreende que, para pagar as swaps, aos bancos, as rendas da energia, as PPP das estradas e dos hospitais, as mordomias dos boys instalados na política, as empresas publicas falidas e super endividadas, os empregos aos molhos em tudo o que são autarquias, os salários milionários dos gestores nomeados pelo governo, pagar os desfalques dos políticos no BPN e outros...Enfim, para pagar o regabofe da política é necessário cortar noutros setores. Cortar nos salários, nas reformas, aumentar os impostos e, entre muitos outros cortes, reduzir a oferta educativa, como convém aos regimes oligárquicos que querem o povo estúpido para o controlar e explorar sem pejo…
Quanto ao “caos” nas escolas, há muito que as escolas são um caos de burocracia, de más práticas pedagógicas e de perseguição aos bons professores que querem fazer melhor contra os interesses instalados nelas. As escolas estão um caos com a burocracia exacerbada e as injustiças na avaliação dos docentes. Sabiam que o processo de avaliação dos professores é secreto? Ninguém sabe porque uns professores tem melhor nota do que outros! Só a comissão, nomeada pelo diretor, sabe! Professor que afronte o sistema está tramado! O ambiente de trabalho nas escolas nunca esteve pior do que agora! Os professores estão desmoralizados e os péssimos resultados dos exames reproduzem essa frustração. A escola é, neste momento, um locus horribilis e, miseravelmente, parece que só pode piorar com as políticas destes rapazotes...
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=82039#.Uf9tVKb-5fk.facebook
Custo por aluno do ensino público inferior ao do particular
Publicado em 26/10/2012 por Alexandra Inácio
O Tribunal de Contas recomenda ao
Governo que avalie a continuidade dos contratos de associação com as
escolas particulares e cooperativas. Um conselho que consta do memorando
de entendimento.

foto: João Santos / Global Imagens
O documento assinado com a troika já
recomendava a redução das transferências para as escolas com contrato
de associação. Mas o Governo manteve este ano letivo a verba por turma
(85288 euros), salvaguardando esses contratos dos cortes generalizados
na Educação. A recomendação do TC - feita no relatório divulgado hoje
sobre o custo médio por aluno no ensino público e escolas com contrato
de associação - reforça a diretriz do memorando.
Tanto Mário
Nogueira, líder da Fenprof, como Manuel Pereira, presidente da
Associação Nacional de Dirigentes Escolares, louvam a recomendação. Para
ambos, a rede de ensino pública assegura a oferta a todos os alunos,
pelo que reprovam o Estado pagar a escolas particulares que só deviam
ser contratualizadas quando os alunos não têm oferta a quatro
quilómetros de casa.
Já para Rodrigo Queirós e Melo, diretor
executivo da Associação dos Estabelecimentos do Ensino Privado (Aeep), a
duplicação da rede é pontual e se o Governo extinguir os contratos terá
de assumir "que obriga" os pais a matricular os filhos na escola
pública.
O JN tentou obter uma reação do Ministério da Educação mas não recebeu qualquer resposta em tempo útil.
Diferentes leituras
O
relatório conclui que o custo médio por aluno nas escolas com contrato
de associação é de 4522 euros. No ensino público, o TC apurou dois
valores médios: 3890 euros com base na execução orçamental dos
agrupamentos; e 4415 euros se aos orçamentos forem somadas as despesas
com as escolas artísticas, contratos de execução com os municípios e
Fundo Social Municipal. O valor no público só é menor graças ao custo
médio no 1º ciclo (2299,80), que as escolas com contrato de associação
não lecionam. A comparação, frisa Rodrigo Queirós e Melo, deve por isso
ser feita com o custo médio apurado para os restantes ciclos que é de
4648 euros. "Logo, mais caro 126 euros por aluno", reage, multiplicando,
de imediato, esse valor pelos "53 mil alunos" abrangidos pelos
contratos de associação. "O Estado pode poupar seis milhões de euros".
Mário
Nogueira alerta, no entanto, que o custo superior resulta das ofertas
alternativas que existem no público e não nas particulares, nomeadamente
os cursos profissionais, artísticos ou os alunos com necessidades
educativas especiais.
De acordo com o relatório, 89% dos alunos abrangidos pelos 93 contratos frequentam o ensino regular.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=2848492&page=-1
foto: João Santos / Global Imagens
O documento assinado com a troika já recomendava a redução das transferências para as escolas com contrato de associação. Mas o Governo manteve este ano letivo a verba por turma (85288 euros), salvaguardando esses contratos dos cortes generalizados na Educação. A recomendação do TC - feita no relatório divulgado hoje sobre o custo médio por aluno no ensino público e escolas com contrato de associação - reforça a diretriz do memorando.
Tanto Mário Nogueira, líder da Fenprof, como Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, louvam a recomendação. Para ambos, a rede de ensino pública assegura a oferta a todos os alunos, pelo que reprovam o Estado pagar a escolas particulares que só deviam ser contratualizadas quando os alunos não têm oferta a quatro quilómetros de casa.
Já para Rodrigo Queirós e Melo, diretor executivo da Associação dos Estabelecimentos do Ensino Privado (Aeep), a duplicação da rede é pontual e se o Governo extinguir os contratos terá de assumir "que obriga" os pais a matricular os filhos na escola pública.
O JN tentou obter uma reação do Ministério da Educação mas não recebeu qualquer resposta em tempo útil.
O relatório conclui que o custo médio por aluno nas escolas com contrato de associação é de 4522 euros. No ensino público, o TC apurou dois valores médios: 3890 euros com base na execução orçamental dos agrupamentos; e 4415 euros se aos orçamentos forem somadas as despesas com as escolas artísticas, contratos de execução com os municípios e Fundo Social Municipal. O valor no público só é menor graças ao custo médio no 1º ciclo (2299,80), que as escolas com contrato de associação não lecionam. A comparação, frisa Rodrigo Queirós e Melo, deve por isso ser feita com o custo médio apurado para os restantes ciclos que é de 4648 euros. "Logo, mais caro 126 euros por aluno", reage, multiplicando, de imediato, esse valor pelos "53 mil alunos" abrangidos pelos contratos de associação. "O Estado pode poupar seis milhões de euros".
Mário Nogueira alerta, no entanto, que o custo superior resulta das ofertas alternativas que existem no público e não nas particulares, nomeadamente os cursos profissionais, artísticos ou os alunos com necessidades educativas especiais.
De acordo com o relatório, 89% dos alunos abrangidos pelos 93 contratos frequentam o ensino regular.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=2848492&page=-1
O documento assinado com a troika já recomendava a redução das transferências para as escolas com contrato de associação. Mas o Governo manteve este ano letivo a verba por turma (85288 euros), salvaguardando esses contratos dos cortes generalizados na Educação. A recomendação do TC - feita no relatório divulgado hoje sobre o custo médio por aluno no ensino público e escolas com contrato de associação - reforça a diretriz do memorando.
Tanto Mário Nogueira, líder da Fenprof, como Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, louvam a recomendação. Para ambos, a rede de ensino pública assegura a oferta a todos os alunos, pelo que reprovam o Estado pagar a escolas particulares que só deviam ser contratualizadas quando os alunos não têm oferta a quatro quilómetros de casa.
Já para Rodrigo Queirós e Melo, diretor executivo da Associação dos Estabelecimentos do Ensino Privado (Aeep), a duplicação da rede é pontual e se o Governo extinguir os contratos terá de assumir "que obriga" os pais a matricular os filhos na escola pública.
O JN tentou obter uma reação do Ministério da Educação mas não recebeu qualquer resposta em tempo útil.
Diferentes leituras
O relatório conclui que o custo médio por aluno nas escolas com contrato de associação é de 4522 euros. No ensino público, o TC apurou dois valores médios: 3890 euros com base na execução orçamental dos agrupamentos; e 4415 euros se aos orçamentos forem somadas as despesas com as escolas artísticas, contratos de execução com os municípios e Fundo Social Municipal. O valor no público só é menor graças ao custo médio no 1º ciclo (2299,80), que as escolas com contrato de associação não lecionam. A comparação, frisa Rodrigo Queirós e Melo, deve por isso ser feita com o custo médio apurado para os restantes ciclos que é de 4648 euros. "Logo, mais caro 126 euros por aluno", reage, multiplicando, de imediato, esse valor pelos "53 mil alunos" abrangidos pelos contratos de associação. "O Estado pode poupar seis milhões de euros".
Mário Nogueira alerta, no entanto, que o custo superior resulta das ofertas alternativas que existem no público e não nas particulares, nomeadamente os cursos profissionais, artísticos ou os alunos com necessidades educativas especiais.
De acordo com o relatório, 89% dos alunos abrangidos pelos 93 contratos frequentam o ensino regular.
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=2848492&page=-1
Professores de escolas GPS trabalham mais de 8 horas por dia
A Inspecção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) encontrou professores a trabalhar mais de oito horas consecutivas por dia em colégios privados do Grupo GPS, tendo pedido a intervenção da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT).A agência Lusa teve acesso aos relatórios de auditorias feitas este ano pela IGEC a seis colégios do grupo privado GPS, que detectaram irregularidades nos horários dos professores, que poderão pôr em causa a qualidade do ensino.
No Colégio de Santo André, há docentes “que entram às 8:30 e saem às 17:00, com intervalos inferiores a uma hora”, revela o relatório, indicando que “cerca de 85% dos horários indiciam a realização de períodos de trabalho consecutivo superior a oito horas, em alguns casos em mais do que um dia por semana”.
Apesar de os docentes terem assinado uma declaração autorizando um horário diário superior a sete horas, a IGEC decidiu remeter o processo para a ACT por ter dúvidas quanto à sua legalidade.
O mesmo alerta é feito no documento da IGEC sobre o Colégio Rainha Dona Leonor, nas Caldas da Rainha, onde 38 professores trabalham mais de cinco horas consecutivas e 25 docentes têm horários de mais de 25 horas lectivas.
Em todas as escolas GPS inspeccionadas, as aulas passaram este ano a ser de 60 minutos, mais dez do que nas escolas públicas, agravando a carga horária dos privados.
Por exemplo, no Colégio Miramar, em Mafra, os professores passaram de um horário completo em 2011/2012 de 24 períodos de 45 minutos para 20 blocos de 60 minutos em 2012/2013: “Um docente com 26,5 horas de trabalho efectivamente lectivo (1590 minutos) trabalha a mais 510 minutos” quando comparado com o horário lectivo completo atribuído pelo colégio no ano passado, refere o relatório.
Também no Colégio de Santo André, em Mafra, foram encontrados professores com mais de 25 horas semanais lectivas. Ali, há ainda cinco docentes com horários incompletos que estão a fazer mais horas de componente não lectiva do que as permitidas pelo Contrato Colectivo de Trabalho.
Outro das situações detectadas em todas as escolas prende-se com a cobrança de valores indevidos aos alunos, como por exemplo uma taxa de inscrição de 10 euros para o ensino básico.
No Colégio de São Mamede a justificação apresentada aos pais para essa cobrança prendia-se com a necessidade de custear as actividades extra curriculares, o que os encarregados de educação consideraram aceitável para os benefícios obtidos. A IGEC recomenda, no entanto, que as escolas devolvam o dinheiro.
A inspecção detectou ainda que dezenas de alunos com necessidades educativas especiais dos Colégio de São Mamede e no Instituto Vasco da Gama, em Leiria, estavam a ser indevidamente acompanhados.
Ainda na escola de Leiria, a IGEC detectou dois professores a leccionar sem habilitação profissional e, no ano passado, as crianças de quatro turmas do ensino básico do Vasco da Gama tinham aulas de Educação Física logo após o almoço.
Os preços praticados pelo bar do Instituto Vasco da Gama chamaram também a atenção dos inspectores que entendem que não cumpre a sua função de acção social, já que "foram definidos com margens bastante altas".
A inspecção refere ainda que foram encontradas salas de aula com mais alunos que o permitido. Nas Caldas da Rainha, por exemplo, duas turmas do 5º ano tinham mais estudantes que o permitido.
A IGEC investigou também o Instituto D. João V, no Louriçal, tendo detectado ainda problemas na atribuição da acção social escolar, já que 16% dos alunos que pediram subsídio foram excluídos sem serem devidamente explicadas as razões da decisão. A IGEC recomendou por isso à escola que o faça de "forma inequívoca".
Lusa/SOL
http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=74624
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